Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Post retardado.


23:34: Faz uma hora que estou sem energia e me desespero por saber que tenho mil coisas a fazer. Texto para ler de trabalho para apresentar amanhã. Que desespero!
Mas agora resolvi dormir, não há nada a ser feito...

Olhei as janelas e me deu uma vontade de debruçar-me nela e escrever... É que o céu está tão bonito, como há tempos não via. Sim, hoje posso olhar as estrelas. Me fazem lembrar a roça, a moda de viola, a alegria e a cachaça. E no dia seguinte, ribeirão.

Não consigo ver nada a minha frente. Vez ou outra um farol ilumina a rua.

Profundamente reflexivo...
O jornal na rádio diz que há tendência a arrastões e assaltos devido a falta de luz. Povinho mau caráter!
Ainda revela a fragilidade humana.

Dia 10/09/09 [quase]todos foram dormir mais cedo porque já não havia mais nada a ser feito.

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Saudade do teu cheiro
Do teu beijo
Do mar.

Domingo, Novembro 08, 2009

vontade de fazer tudo pegar fogo, ver tudo queimar... quem sabe não se desfaz o nó da garganta, quem sabe assim eu não consiga respirar?
É estranho, algo que quer ir, mas não se deixa partir... Não quero que fique, mas não permito que se vá.
Como devo proceder? Será que é só sentar e esperar? Mas já estou sentada a tanto tempo...
Mas o nó incomoda. É amargo, é estranho, pesado... pesado é o que há em minha mente. É aquilo que forma o nó, nó do tamanho de uma laranja, suficiente pra trancar toda a minha garganta, e eu não posso respirar. Não sinto o ar passando do nó. Está preso, não chega ao pulmão, mas eu continuo exalando CO2... Como pode?
Parece que escrever me fez bem... uma inspiração mais forte me fez engolir o nó. Mas ele voltou ao seu ponto de partida.

Continuo sem respirar.
Continuo com vontade de fazer tudo queimar.
Poesia está na alma
É da cor, do cheiro e do gosto que tem.
Poesia é verso, é rima
De frases curtas conto a prosa que na cabeça me vem.

Poesia não é simplesmente poesia
o tom da verdade
A pura fantasia
Qualquer coisa que expresse um momento de felicidade.

Poesia é a alma.
O cantor, a poetiza.
Versos são versos
Que encanta e acalma.

Poesia sempre será poesia.
Será a voz de quem se cala
A esperança da profecia

Da vida tiro uma lição
E dela com meus versos,
Faço uma canção
Que é pra ver se desperto
Seus olhos tão dispersos.

Sábado, Novembro 07, 2009

Só pra reforçar que depois de um dia de azar, vem um dia muito auspicioso...
E quem tem azar é azarado, mas quem tem sorte é sorteiro!
hehe

Não, podexá, esse blog não vai ficar mais fútil do que já é...
;)

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Aí eu pensei que já tinha acabado por hoje né?!
Saí mais cedo pra faculdade, tipo uns vinte minutos antes do normal, logo deveria chegar vinte minutos mais cedo. Errado!
Fiquei trinta minutos debaixo do sol de 13h esperando um maldito ônibus.
Tá parecendo piada e coisa e tal, mas por enquanto só consegui rir de desespero.
Se não fosse meu amigo, o monitor, teria perdido a única aula do dia, e jogado duas passagens (pagas em dinheiro) no lixo.
Obaa.. meu dia começou a dar certo! /o/ uhul!

Quem disse?!

Aproveitei a aula que acabava cedo e cansada de ver meu dinheiro ir embora na catraca do coletivo, fui ao setpes comprar meus malditos passes. Pergunta nº1: Por que que existe um infeliz que tirou o ponto de venda lá da universidade? Pergunta nº2: Por que que eu tenho que sempre me foder quando tento ajudar os outros? Pergunta nº3: Se sexta-feira 13 é só na semana que vem, por que tanto azar no dia de hoje?!

Ótimo, comprei o passe e fui feliz da vida ao carrefour, ver uma camisa pro meu irmão pra fantasia dele da festa de amanhã... achei a camisa? Nãããããooooo!!! E o cartão!? Perdi o filho da puta!
voltei andando até o lugar que vende e achei? Nadaaa!
Com as pernas já doidas, morrendo de calor e sede, voltei ao ponto pra pagar as terceira passagem do dia. Resolvi tomar uma água de coco. Paguei 1,50 pela metade do que eu tomo com o mesmo valor na faculdade, mas esqueci de pegar o troco, na pressa de pegar o ônibus que já estava quase deixando o ponto. Sorte que o troco era pros 2,50 que eu paguei. Prejuízo de só mais um real.

Resoolvi pagar uma conta antes de entrar em casa, antes que eu gastasse todo o meu dinheiro... Fila quilométrica, mochila pesada, pernas doídas: Nem a pau!

Bom, de repente mais tarde eu volte lá para pagar a tal, passe no supermercado e compre material de fazer bolo, mas pelo menos consegui cancelar o meu cartão, e o único prejuízo que terei será o valor pago na segunda via...

Cá pra nós, estou comedo da próxima sexta...
Pelamor!
Não queria pensar em escrever sobre isso.
Mas preciso!
São 12:38 do dia 6 de novembro de 2009.
Eu tentei comprar uma geladeira.

Não, não é minha culpa querer comprar uma geladeira nova e morar num prédio cujo a porta do elevador é menor que o produto. Também não é minha culpa preferir o décimo ao primeiro andar. Talvez tenha sido minha culpa comprar em uma loja de uma grande rede [famoso golpe do nome e prestígio] porque o produto custava cerca de 400 reais mais barato.
Sabe aquela coisa de o famoso barato que sai caro.
Uma semana após ficar esperando o produto, ele me chega em plena sexta-feira. Ótimo, final de semana todo pra organizar as coisas no lugar. Nãããããooo. A geladeira não sobe!

É. A porta é estreita demais. O objeto já está sem o plástico e as proteções de isopor, mesmo assim, não cabe. A porta deve ser removida. Precisa de alguém da assistência técnica, que não atende ao bendito telefone... Vinte minutos se passam, finalmente atendem. Cobra-se o valor de 100 reais para um técnico vir resolver o problema. Se ele não vem e fazemos por conta própria, perdemos a garantia. O rapaz não quer levar de volta.
Contacta-se a advogada, ela passa algumas informações, mas na prática é complicado de seguir.

Agora estou rindo de desespero. Entendo que o rapaz nada pode fazer e muito tem que escutar.O pobre já está há duas horas (verídicas) na portaria tentando fazer algo, nem que fosse deixar a geladeira na portaria e ir embora.
Mas ela não sobe! Não subirá. Ao menos que venha alguém e tire as portas. Quem arrastará lá pra cima depois?

A solução é ligar ela na portaria mesmo, e diariamente, várias vezes ao dia descer pra beber água, buscar o almoço, a sobremesa e torcer pra ninguém roubar o meu iogurte.







Ps: Não, não foi esse o fim da história fatídica. Por fim, 12:58, a transportadora voltou, recolheu a geladeira e tornará a trazê-la no dia que nos submetermos a pagar os 100 reais pro cara da autorizada vir, quando puder, tirar a maldita porta.

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Só sei que tem muita coisa no ar...
E eu não consigo pegar nada!

Tem coisinhas no meu caderno da facul que estão carecendo vir pra cá...
Não, não são novas de cognitivos, PGE, desenvolvimento ou personalidade...

Catuque pro projeto de primo...
:p

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

As vezes, fico olhando fotos, nicks, depoimentos, momentos, romance. Por mais que saiba que tudo tenha acabado, ou mesmo sequer começado, fico pensando em como seria, como poderia ter sido... Penso as vezes que nada acabou, que ficou alguma coisa no ar, algo que foi bruscamente interrompido. Outras, defino como algo inacabado por não ter sido começado. Ledo engano... comecei sim! mas novamente afirmo, algo que foi interrompido.

Já não consigo ver a beleza que outrora via, não consigo ver um dois, sendo em mim. Não acho que combina. Mas ficou um ressentimento, uma mágoa, algo profundo, uma ferida.

Ressentimento: sentir de novo
E de novo,
e de novo.

Sentir até cansar
Até cair,
esbravejar.

Ter na pele o gosto da amargura
Ver o cheiro do podre,
ouvir tudo que é velho.

Ressentir é algo tão confuso, que muitas vezes me pego pensando sobre ele. O que eu penso fica pra outra vez, que eu ressinto, não vem ao caso. Em todos casos, quando digo-me ressentida com fato tal, não me porto com tristeza, pelo contrário, minha sorte após o desencontro foi um grande encontro, um grande caso, o melhor dos acasos.