terça-feira, 25 de setembro de 2007


Bem... acho que tudo acabou.
Da pior forma possível!
Perdi um 'amor', perdi três possíveis amigos... Céus! Como pode ser tão egoísta?
Eu só queria ser amiga também, nunca foi minha intenção roubar o que era dele. No máximo dividir, mas nem isso era bem. Por que não era o que eu queria: uma divisão mano a mano. São legais e divertidos, ainda gostam de sair. Seriam companhias legais... se ele deixasse...
Mas não deixa.
Vou fazer o que ele quer, e que ele não conte comigo! Meu coração se fechou a ajudar o dele. Não quero nem saber.
Se todas as minhas tentativas de tornar-me amiga dele fracassaram, não posso dizer que não tentei. No fundo só queria estar mais próxima a ele...
Entretanto, se ao invés de pontes as pessoas preferem construir barreiras, seus corações nunca serão atingidos, exceto que por um milagre.
Deitada em minha cama, trancada em meu quarto, eu choro.
Em meus devaneios, tão reais, vejo-os chamando-me para sair, o coração está na mão, a boca responde que sim, os dedos forçam um não. Só ele pode. Perguntam-me por que, e só digo que ninguém poderá saber. Por fim, resolvo contar pro motivo, porém só ele deverá saber. Entretanto, não posso imaginar sua reação.
Aliás, não posso nem mais imagiá-lo, embora o veja no retrato que escondi [no meu coração].

segunda-feira, 24 de setembro de 2007



Por um momento eu tive medo de colocar isso aqui... Mas é egocentrismo demais esperar que tal fato se repita... =]

Quanto tempo demora um mês pra passar?
Nada, muito... depende do referencial.
Um mês se passou...
E eu acordei com o seu gosto e a lembrança do seu rosto...
A lua está quase cheia e no mesmo lugar, mas o tempo não voltou... mas nos afastou...
Alguma coisa deu errada, não respondi da forma certa, entrei em curto.
É difícil entender o que acontece quando não sabemos no que vai dar... quando não se tem mais esperanças mas se espera encontrar uma luz.
Não é fácil explicar o que está acontecendo porque nem mesmo eu sei.
Como é que eu tenho medo de falar? Dificuldade de escrever? Não consigo encontrar palavras simples para fazer algo 'entendível'... muito complicado...
Somente eu posso sentir o que estou sentindo, porque só sabe o tamanho da dor quem a vive. As pessoas em volta podem notar as diferenças, torcer por mim, mas só isso. Não podem fazer nada a meu favor. Somente eu posso.
O que eu posso fazer?
Criar coragem é um bom começo. Deixar de me mostrar como uma imbecil também...
Seria tão mais fácil poder ligar / desligar algumas funções do nosso ser...
Por exemplo: • ligar o gostar de física... teria passado o fim de semana todo estudando com prazer...
• desligar, por uma estação, apaixonar-me por ninguém, me dedicaria apenas a engrandecer o intelecto, ou a escrever artigos, e não cartas melodramaticas...
• ligar o modo paciência... cativaria mais as crianças...
• ligar a esperança, não estaria escrevendo isso agora...
Mas não se pode ligar ou desligar nada... pode-se escolher, escolher gostar, ou fazer da melhor forma possivel, mesmo que por obrigação, aprender a contar até 10 e seguir adiante, por fim, escolher apaixonar-se ou não se apegar a ninguém... eu escolhi me apaixonar, ou foi algo que não tive tempo de escolher... o importante é que não sei se fiz certo...
Mas no fim, quem saberá?

domingo, 23 de setembro de 2007

Cazuza - Amor Meu Grande Amor
Amor,meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções como as paixões
E as palavras
Me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo ou se sou agua

Amor,meu grande amor
Me chegue assim bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir o que não sente

(Refrão)
Que tudo que ofereço
É meu calor,meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo

Amor,meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver
Que eu seja a ultima e a primeira
E quando eu te encontrar,meu grande amor
Me reconheça

(Refrão)

Amor,meu grande amor
Que eu seja a ultima e a primeira
E quando eu te encontrar,meu grande amor
Por favor,me reconheça
Mas quando chegar, chegue com um cartaz, para que eu saiba reconhecer...
Se é que já não reconheci...

sexta-feira, 14 de setembro de 2007


Sinceramente eu não sei o que está se passando comigo.. e devo não saber mesmo, porque não é a primeira vez que eu escrevo isso...
Pararei de procurar, quem sabe não é essa a forma de encontrar né?
Já joguei todas as minhas cartas na mesa, agora é só continuar sentada esperando o jogo andar... Seria muito bom se eu conseguisse fazer metáforas metafóricas, muito boas mesmo, mas infelizmente não tem saído nada de muito produtivo...
O barulho de entra e sai me deixa confusa, é algo do tipo "sobe janelhinha, sobe..." mas ela nunca sobe, ele nunca aparece... mesmo que aparecesse também, eu acho que não diria nada, com medo de dizer muito... medo de continuar a estragar tudo, como sempre.
As vezes parece que eu me menosprezo tanto.. mas não é bem assim... na verdade sempre me elevo, mas quando paro pra refletir sobre mim, vejo tudo o que sou de verdade, e as vezes me desaponto um pouco...
Penso em como consigo ser inútil e como de repente meu esforço pode ser em vão...
Nem sempre consigo terminar o que tenho a dizer, ou mesmo escrever, muitas vezes eu escrevo e apago no final... acredito que o que eu quis dizer foi um impulso mal sucedido, uma vontade errada e que não deve ser lido.
As vezes penso nisso quando escrevo aqui... na verdade nem sei porque mantenho esse blog, porque uso pra desabafar algo que não deve ser lido.. é no mínimo muito estranho!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007


Sento che di questa volta è differente, che sto stesso piaciuto, si non, quale altra ragioni io averi per ritornare a scrivere? In italiano allora?!
Vari volte al giorno fermo chiedo a me, se non il altro qualcuno: "Dov'è lui sta?" Io so dov'è lui sta. Lontano di me è il più certo e non so quando lo vedro di nuovo.
Volevo al meno mi trovare con lui più una volta, o poter parlagli di nuovo.
Al decorrere dele ore penso in lui, sarà che lui anche pensa in me? Per quanto il temp passa inizio a pensare che non, ma aspetto che si. E codesto mi da forza e volontà di cantare una nuova canzone. Una canzone che parla di amore, una canzone che mai ho cantato per altri qualcuno.
Volevo essere con lui senza invadire il spazio del mio fratello, perchè immagino come codesto sia non confortavolo per lui, alfine, sempre rispettò il mi spazio.
Cerco un modo di lo trova, un motivo per lo abbraccia, anche stesso lo bacia. Perchè quando lo conobbi ho guardato di forma speciale, quando ho baciato passai a pensare di manera più speciale.
Voglio guardare in quello profondo di sue occhi i parlare: "Li desidero, magari come mai desiderai nessuno." Magari sia presto per parlare tale parole, molto nondimeno creda che presto è per parlare "ti amo". Eh... "li desidero" non è molto serio così. Può essere anche oltre del fisico, alfine, piacere di alcuno non è un'arte esatta.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

As vezes, se eu parar pra pensar, não sei em que mais pensar...
Sinto falta de tantas coisas, de tantos sonhos, tantos planos...
Sonhos vilipendiados, planos desfeitos, idéias mortas. Tudo morre. O humor morre, a vontade morre, o viver morre. E agora estou enterrada no quarto, e não quero sair, quero ajuda, mas não quero qualquer um.
Tenho medo.
Tenho mágoa.
Tenho vontade de chorar...
Porque sempre odiei fazer e principalmente ser feita de bobo e no entanto cada dia mais uma vez fui feita de boba, por aqueles que amo, que dizem que me amam a cada amanhecer...
Me desconsideram, e depois fazem o que peço, como autores da minha idéia. Perdem tempo por não me ouvirem. Gostam de dar voltas. Querem me fazer chorar. Mas não o verão.
Só quero que o tempo passe logo. Pra tentar mudar as coisas.
Só quero ter o poder de ter meus sonhos, de construir meus projetos.
Um sonho perdido vale tanto quanto uma bola furada.
Não é um fato isolado que me faz pensar assim, apenas ver que este é mais um e ter a tristeza de saber que não é o ultimo, apenas mais um.